Estrutura acadêmica
Salas climatizadas, laboratórios e auditório.

Desenvolva conhecimentos para planejar e acompanhar políticas para mulheres, articulando direitos humanos, governança e necessidades dos territórios.
Explore orçamento, indicadores, redes de atendimento e desenho de serviços, com atenção à prevenção da violência e à autonomia econômica das mulheres.
A formação reúne gestão pública e perspectiva de gênero para o planejamento, a coordenação e a avaliação de políticas para mulheres.
A matriz articula governança, orçamento, indicadores, redes de atendimento, prevenção, tecnologia e autonomia econômica, com um laboratório de soluções e produção técnico-profissional.
Indicada a graduados ligados à gestão pública, às políticas para mulheres, aos direitos humanos e às redes de atendimento. Contempla servidores, profissionais do sistema de justiça, integrantes de organizações sociais, pesquisadores, consultores e outros graduados interessados em planejar e avaliar políticas públicas para mulheres.
Conheça as disciplinas e a carga horária de cada componente.
Relaciona gênero e direitos humanos à construção das políticas públicas para mulheres. Aborda reconhecimento de demandas, responsabilidades do Estado e organização dos espaços institucionais de atuação. Discute como desigualdades podem ser consideradas na definição de prioridades e na formulação de respostas, aproximando os fundamentos da área dos desafios encontrados na gestão pública.
Examina a organização do Estado e a distribuição de responsabilidades entre os entes federativos nas políticas para mulheres. Aborda coordenação, cooperação e relações entre instituições. Discute como atribuições e arranjos de governança influenciam a implementação das ações, a articulação dos serviços e a continuidade das iniciativas em diferentes contextos territoriais.
Apresenta fundamentos do planejamento de políticas, programas e projetos com atenção às desigualdades de gênero. Relaciona definição de prioridades, objetivos e ações às escolhas de alocação de recursos. Discute a articulação entre planejamento e orçamento, permitindo avaliar a coerência das propostas e a presença das necessidades das mulheres nas decisões sobre os investimentos públicos.
Aborda a utilização de dados e indicadores para compreender desigualdades de gênero e necessidades dos territórios. Discute seleção de fontes, qualidade das informações e interpretação dos resultados. Relaciona o diagnóstico à definição de prioridades e ao planejamento das ações, com atenção aos limites dos registros e às diferenças entre os grupos e contextos analisados.
Examina formas de acompanhar e avaliar políticas e serviços direcionados às mulheres. Aborda objetivos, indicadores, registros e interpretação de resultados ao longo da implementação. Discute a diferença entre atividades realizadas e mudanças alcançadas, permitindo organizar informações que apoiem a revisão das ações, a prestação de contas e o aperfeiçoamento da gestão pública.
Estuda a articulação entre setores e instituições que compõem as redes de atendimento e proteção às mulheres. Aborda responsabilidades, comunicação e pactuação de fluxos de trabalho. Discute os desafios da coordenação e da continuidade do acompanhamento, considerando barreiras de acesso e a necessidade de respostas que integrem as diferentes demandas apresentadas pelas usuárias.
Relaciona o desenho de serviços públicos à experiência das mulheres durante o atendimento. Examina percursos, pontos de contato, fluxos e protocolos, com atenção à comunicação e às devolutivas. Discute como identificar dificuldades e organizar propostas de melhoria, articulando a perspectiva das usuárias às responsabilidades das equipes e à capacidade de funcionamento dos serviços.
Analisa fatores e contextos relacionados ao risco de violência contra as mulheres e à prevenção do feminicídio. Aborda organização de informações, avaliação das situações e articulação de respostas na rede. Discute a importância do acompanhamento e da comunicação entre serviços, considerando a proteção das mulheres e os limites de interpretações baseadas em registros isolados.
Explora possibilidades e limites do uso de tecnologia e inteligência artificial em serviços públicos para mulheres. Aborda qualidade dos dados, privacidade, acessibilidade e avaliação das soluções. Discute como relacionar inovação às necessidades das usuárias, com atenção a desigualdades, vieses e responsabilidade humana nas decisões e na organização dos processos de atendimento.
Relaciona autonomia econômica, trabalho e responsabilidades de cuidado às condições de vida das mulheres. Aborda barreiras no acesso a renda, oportunidades e serviços de apoio. Discute o planejamento de iniciativas que articulem proteção social e desenvolvimento, considerando as diferenças entre os territórios e a importância de reconhecer o cuidado na formulação das políticas públicas.
Examina comunicação pública, liderança e articulação institucional na gestão de políticas para mulheres. Aborda construção de mensagens, diálogo com diferentes públicos e organização do trabalho coletivo. Discute como comunicar ações e resultados com clareza, construir cooperação e sustentar a participação, relacionando essas práticas às responsabilidades e aos objetivos do serviço público.
Integra os conhecimentos do curso na construção de uma proposta de solução para uma questão das políticas para mulheres. Aborda diagnóstico, definição do problema e desenvolvimento de um produto técnico-profissional. Discute a organização das evidências e a comunicação dos resultados, relacionando a produção científica aos desafios da gestão e à avaliação da proposta no contexto de aplicação.

Salas climatizadas, laboratórios e auditório.
Palestras, workshops e visitas técnicas.
Imbuí, Salvador · Bahia.
Indicada a graduados ligados à gestão pública, às políticas para mulheres, aos direitos humanos e às redes de atendimento. Contempla servidores, profissionais do sistema de justiça, integrantes de organizações sociais, pesquisadores, consultores e outros graduados interessados em planejar e avaliar políticas públicas para mulheres.
A matrícula regular em uma pós-graduação lato sensu exige graduação concluída e atendimento aos requisitos da instituição. Se você ainda está cursando a faculdade, converse com a FBE para planejar o ingresso após a conclusão. O cadastro de interesse, por si só, não confirma matrícula nem substitui a comprovação da formação.
A proposta não se limita a administradores ou a quem já ocupa funções de chefia. Também contempla profissionais de áreas como assistência social, saúde, segurança, educação, planejamento e desenvolvimento social. É necessário possuir graduação concluída e atender aos critérios de ingresso da turma da FBE.
Comece pelo formulário “Tenho interesse” ou pelo WhatsApp desta página. Informe sua formação e a especialização desejada para receber as orientações da FBE. A efetivação da matrícula depende da conferência dos requisitos, dos documentos e das condições da turma; as etapas e eventuais critérios de seleção são informados no atendimento.
O diploma de graduação comprova a formação superior exigida para o ingresso. A secretaria da FBE confirma a relação completa de documentos pessoais e acadêmicos, os formatos aceitos e os prazos da turma. Solicite essa lista antes de encaminhar seus arquivos e verifique se há exigências específicas para o seu perfil.
A formação combina estudo de políticas públicas, análise de dados, oficinas e resolução de problemas. O conteúdo relaciona planejamento, orçamento, articulação de redes e avaliação de resultados. O Policy Lab reúne esses conhecimentos no desenvolvimento de soluções e de um produto técnico-profissional aplicado.
Documentos de políticas públicas, indicadores, referências de planejamento e materiais de análise de serviços apoiam as atividades. Computador e internet podem ajudar no trabalho com dados e na produção técnica. A FBE informa a bibliografia e os recursos necessários à turma; confirme antes de adquirir softwares ou assinaturas.
Você aprofunda o diagnóstico de necessidades, a construção de programas, o planejamento orçamentário e o acompanhamento de resultados. A formação também trabalha articulação institucional, organização de fluxos de atendimento e uso de dados para propor melhorias nas políticas e nos serviços destinados às mulheres.
O Policy Lab articula produção científica e um produto técnico-profissional voltado a soluções para políticas públicas. A conclusão exige o cumprimento das atividades, avaliações e frequência da turma. A entrega final e a emissão do certificado seguem as exigências acadêmicas e documentais estabelecidas pela instituição.