Estrutura acadêmica
Salas climatizadas, laboratórios e auditório.

Explore a perspectiva de gênero e as novas fronteiras do Direito, conectando violências, sistema de justiça, prova, tecnologia e direitos das mulheres.
O curso articula fundamentos de gênero e direitos humanos com os desafios da atuação jurídica. A matriz inclui proteção, violências, processo, prova, família, trabalho e participação política.
Prova digital, inteligência artificial, advocacia estratégica e produção técnico-jurídica ampliam o diálogo com as questões contemporâneas do sistema de justiça.
Voltada a graduados do Direito, do sistema de justiça, da segurança pública, de assessorias jurídicas e legislativas, da docência, da pesquisa e de outras áreas interessadas nos direitos das mulheres. A proposta estuda as relações entre perspectiva de gênero, violências, novas tecnologias e práticas institucionais.
Conheça as disciplinas e a carga horária de cada componente.
Apresenta fundamentos de gênero e suas relações com os direitos humanos e os sistemas de proteção. Aborda desigualdades, discriminação e condições de acesso a direitos. Discute a leitura de conflitos e respostas institucionais a partir dessas referências, construindo uma base para reconhecer como experiências distintas das mulheres precisam ser consideradas na análise jurídica.
Estuda a proteção diante da violência doméstica e familiar, com atenção à Lei Maria da Penha e às medidas protetivas. Relaciona as formas de violência e os contextos de risco à avaliação das necessidades da mulher. Discute a organização dos argumentos e das informações, além da articulação com a rede de atendimento, sem reduzir a análise às características de um episódio isolado.
Relaciona feminicídio, violência dirigida a pessoas próximas da mulher e atuação no Tribunal do Júri. Examina contexto, relações entre os envolvidos e questões de interpretação dos fatos e das provas. Discute a construção de argumentos que reconheçam as dinâmicas da violência de gênero e as garantias do julgamento, evitando estereótipos na apresentação e na apreciação do caso.
Examina crimes sexuais, perseguição e violência psicológica em diálogo com outras manifestações da violência de gênero. Aborda as particularidades dos contextos e os desafios para identificar e demonstrar os fatos. Discute acolhimento, obtenção de informações e construção da resposta jurídica, considerando a proteção dos direitos e os cuidados para não reproduzir a revitimização.
Analisa procedimentos, provas e decisões judiciais a partir da perspectiva de gênero. Discute como estereótipos e desigualdades podem influenciar a compreensão dos relatos e a avaliação das evidências. Relaciona a leitura do contexto à fundamentação dos argumentos e das decisões, com atenção ao contraditório, à proteção de direitos e à análise individualizada das situações.
Explora questões da prova digital e da preservação de registros em situações de violência de gênero. Aborda cadeia de custódia, circulação de conteúdos e desafios relacionados à inteligência artificial. Discute confiabilidade, privacidade e limites de interpretação, permitindo relacionar os aspectos técnicos dos materiais à construção de argumentos e à proteção dos sujeitos envolvidos.
Relaciona conflitos familiares, parentalidade e relações patrimoniais às desigualdades e à violência de gênero. Aborda responsabilidades de cuidado, autonomia e questões econômicas presentes nas relações. Discute a análise dos fatos e das necessidades dos envolvidos, com atenção às situações em que decisões sobre família e patrimônio podem afetar a proteção e o exercício dos direitos das mulheres.
Examina as experiências das mulheres no trabalho e os problemas relacionados a assédio e discriminação. Relaciona prevenção, resposta institucional e práticas de compliance à proteção de direitos. Discute o reconhecimento das condutas, a organização dos procedimentos e a comunicação, considerando os contextos das relações profissionais e os cuidados necessários na análise de cada situação.
Estuda a participação das mulheres na vida política e as barreiras ao exercício dos direitos políticos. Aborda manifestações de violência e discriminação relacionadas ao gênero em espaços de representação e decisão. Discute formas de análise e de resposta institucional, reconhecendo a relação entre proteção de direitos, pluralidade e condições de participação democrática.
Relaciona os conhecimentos da especialização à organização da atuação jurídica em questões de gênero. Aborda definição de objetivos, seleção de informações, construção de argumentos e escolha de caminhos institucionais. Discute estratégias de litigância e comunicação que considerem o contexto e as necessidades das mulheres, com atenção à ética e à consistência dos fundamentos apresentados.
Examina a articulação entre rede de proteção, políticas públicas e prevenção do feminicídio. Aborda atribuições dos serviços, fluxos de encaminhamento e continuidade do acompanhamento. Discute como informações e responsabilidades podem ser organizadas para enfrentar barreiras de atendimento, considerando o contexto de risco, a proteção dos direitos e a integração das respostas institucionais.
Articula questões contemporâneas de gênero e Direito à elaboração de uma produção acadêmica ou técnico-jurídica. Aborda delimitação do problema, seleção de fontes e organização dos argumentos. Discute a consistência da proposta e a comunicação de seus resultados, aproximando o estudo dos temas emergentes das necessidades encontradas nos contextos de atuação profissional.

Salas climatizadas, laboratórios e auditório.
Palestras, workshops e visitas técnicas.
Imbuí, Salvador · Bahia.
Voltada a graduados do Direito, do sistema de justiça, da segurança pública, de assessorias jurídicas e legislativas, da docência, da pesquisa e de outras áreas interessadas nos direitos das mulheres. A proposta estuda as relações entre perspectiva de gênero, violências, novas tecnologias e práticas institucionais.
A matrícula regular em uma pós-graduação lato sensu exige graduação concluída e atendimento aos requisitos da instituição. Se você ainda está cursando a faculdade, converse com a FBE para planejar o ingresso após a conclusão. O cadastro de interesse, por si só, não confirma matrícula nem substitui a comprovação da formação.
A proposta contempla, além de profissionais do Direito, servidores públicos, docentes, pesquisadores e outros graduados com interesse no tema. A adequação da formação aos critérios da turma deve ser confirmada com a FBE. Participar da especialização não substitui a habilitação exigida para exercer atividades privativas de uma profissão.
Comece pelo formulário “Tenho interesse” ou pelo WhatsApp desta página. Informe sua formação e a especialização desejada para receber as orientações da FBE. A efetivação da matrícula depende da conferência dos requisitos, dos documentos e das condições da turma; as etapas e eventuais critérios de seleção são informados no atendimento.
O diploma de graduação comprova a formação superior exigida para o ingresso. A secretaria da FBE confirma a relação completa de documentos pessoais e acadêmicos, os formatos aceitos e os prazos da turma. Solicite essa lista antes de encaminhar seus arquivos e verifique se há exigências específicas para o seu perfil.
O curso trabalha legislação, jurisprudência, casos e oficinas que aproximam o estudo das violências de gênero da atuação profissional. O percurso inclui prova digital, relações familiares, trabalho, participação política e redes de proteção. As atividades convergem para uma produção técnica ou jurídica relacionada aos temas estudados.
Legislação, decisões, documentos de políticas públicas e referências sobre gênero e direitos humanos são materiais de estudo. Computador e internet podem apoiar pesquisas e atividades sobre prova digital. A FBE orienta a bibliografia e eventuais recursos obrigatórios, sem presumir a contratação de plataformas ou assinaturas pelo estudante.
Você desenvolve repertório para analisar processos e decisões com perspectiva de gênero, compreender violências contemporâneas e examinar questões de prova digital. A formação também relaciona família, trabalho, participação política e rede de proteção, favorecendo análises e propostas compatíveis com sua área de atuação.
A matriz inclui um componente de temas contemporâneos, produção científica e produto técnico-jurídico. A entrega final, as avaliações e a frequência seguem as condições acadêmicas da turma. A certificação depende de aprovação no percurso e do atendimento às exigências documentais e acadêmicas de ingresso e conclusão.