Estrutura acadêmica
Salas climatizadas, laboratórios e auditório.

Amplie a compreensão da segurança pública e da política criminal, articulando Direito, criminologia e análise das instituições e dos territórios.
Estude políticas públicas, investigação, prova e alternativas penais, além do uso de dados para diagnosticar problemas e orientar a gestão da segurança.
Pensar a segurança pública envolve observar instituições, dinâmicas sociais e escolhas de política criminal. Essa relação pede uma leitura que vá além de um único campo de conhecimento.
A proposta de especialização aproxima esses temas para favorecer uma compreensão mais ampla dos problemas, dos contextos e dos debates que atravessam a área.
Indicada a graduados ligados à segurança pública, ao Direito, à gestão pública, ao sistema penitenciário e à defesa social, além de áreas como Ciências Sociais, Psicologia, Serviço Social, Educação e Saúde. O público previsto inclui bacharéis e tecnólogos, conforme os critérios institucionais de ingresso.
Conheça as disciplinas e a carga horária de cada componente.
Estuda a formação do Estado e as relações entre poder, legitimidade e representação política. Aborda democracia, soberania e organização institucional como referências para o campo da segurança pública. Discute como essas bases se conectam ao exercício da autoridade e à participação social, permitindo analisar os limites e as responsabilidades do Estado na gestão dos conflitos.
Relaciona a segurança pública aos fundamentos constitucionais e à proteção dos direitos fundamentais. Aborda organização do sistema, responsabilidades institucionais e garantias dos sujeitos envolvidos. Discute os limites da atuação estatal e a necessidade de articulação entre órgãos, permitindo compreender a segurança como uma questão que envolve legalidade, cidadania e controle público.
Apresenta formas de produção de conhecimento sobre violência, criminalidade e atuação institucional. Aborda definição de problemas, escolha de métodos e interpretação de informações. Discute a construção de diagnósticos que articulem diferentes áreas de estudo e fontes de evidência, considerando limites dos dados e sua utilidade no planejamento e na avaliação de ações de segurança pública.
Explora abordagens sociológicas e criminológicas para compreender violência, conflito e controle social. Examina explicações sobre criminalidade, construção do desvio e respostas das instituições. Relaciona essas perspectivas aos contextos e às desigualdades sociais, favorecendo uma análise crítica dos problemas de segurança e dos efeitos das intervenções sobre diferentes grupos e territórios.
Examina a formulação e a gestão de políticas públicas no campo da segurança. Aborda formação de agenda, definição de prioridades, planejamento e articulação entre instituições. Discute a relação entre objetivos, recursos e acompanhamento dos resultados, permitindo analisar a coerência das ações e as responsabilidades envolvidas na governança e na prestação de contas à sociedade.
Relaciona as escolhas de política criminal à proteção das vítimas e aos direitos humanos. Aborda processos de criminalização, necessidades de atendimento e efeitos das respostas punitivas. Discute como diferentes decisões públicas podem ampliar ou reduzir vulnerabilidades, considerando prevenção, responsabilização e garantias na avaliação das estratégias de enfrentamento dos conflitos.
Apresenta os fundamentos da teoria do crime e da pena, relacionando-os aos limites constitucionais da punição. Aborda aplicação da lei penal e critérios de responsabilização. Discute a análise da conduta e de suas consequências jurídicas, construindo uma base para compreender como a proteção de bens jurídicos deve ser articulada às garantias e ao controle do poder punitivo.
Examina grupos de crimes e problemas de interpretação que surgem na análise de situações concretas. Relaciona os elementos das condutas à proteção de bens jurídicos e às formas de responsabilização. Discute conflitos de enquadramento e questões contemporâneas, com atenção à fundamentação dos argumentos e à diferença entre o estudo jurídico dos fatos e sua percepção no debate público.
Estuda a investigação, a ação penal e as medidas cautelares como partes da persecução criminal. Aborda os sujeitos envolvidos, as finalidades dos atos e os critérios de controle de sua legalidade. Relaciona organização do procedimento, fundamentação e proteção de garantias à análise da atuação das instituições de segurança e de justiça nos diferentes momentos do caso.
Analisa a produção da prova e a formação da decisão no processo penal. Aborda preservação de vestígios, cadeia de custódia, nulidades e exigências de fundamentação. Discute confiabilidade das informações e limites das conclusões, permitindo compreender a relação entre os procedimentos adotados, os direitos das partes e a qualidade dos argumentos utilizados no julgamento.
Examina a legislação penal especial relacionada à criminalidade organizada e a delitos de maior complexidade. Aborda problemas de interpretação, investigação e articulação institucional presentes nesses contextos. Discute a relação entre respostas especializadas e proteção de garantias, considerando os limites da atuação estatal e a necessidade de fundamentar a análise de cada situação.
Estuda a proteção jurídica de grupos em situação de vulnerabilidade e as respostas a formas de violência tratadas pela legislação especial. Relaciona os contextos das vítimas às necessidades de investigação e atendimento. Discute a articulação entre prevenção, proteção e responsabilização, com atenção ao risco de revitimização e à adequação da atuação institucional diante de diferentes demandas.
Explora a organização da execução penal e os problemas do sistema prisional. Aborda direitos, deveres, responsabilidades institucionais e possibilidades de alternativas penais. Discute as finalidades da resposta estatal e as condições de acompanhamento, relacionando legalidade, proteção de direitos e integração de políticas na análise dos percursos de cumprimento da pena.
Relaciona inteligência e análise de dados à produção de conhecimento para a segurança pública. Aborda organização de informações, leitura de padrões e comunicação de resultados. Discute a qualidade das fontes, os limites das interpretações e os cuidados com os dados, permitindo avaliar como a tecnologia pode apoiar decisões sem substituir a análise crítica e a responsabilidade institucional.
Analisa a prevenção da violência em diálogo com políticas sociais e características dos territórios. Aborda fatores de risco e proteção, condições de acesso a serviços e articulação de iniciativas locais. Discute a construção de ações contextualizadas e formas de acompanhamento, considerando a participação dos sujeitos e as relações entre segurança, direitos e condições de vida.
Examina as relações entre mídia, participação social e definição das prioridades da política criminal. Aborda circulação de informações, representação política e formação da opinião pública. Discute como demandas e narrativas chegam às instituições e influenciam decisões, permitindo avaliar a qualidade do debate e a relação entre respostas legislativas, evidências e expectativas sociais.
Estuda a relação entre acontecimentos de repercussão pública e a construção de respostas na legislação penal brasileira. Analisa os contextos, os argumentos e os objetivos apresentados no debate legislativo. Discute a diferença entre reação imediata e avaliação de efeitos, permitindo examinar como demandas de segurança se transformam em propostas e escolhas de política criminal.
Integra os conhecimentos da especialização na análise de um problema de segurança pública ou política criminal. Aborda diagnóstico, definição de objetivos e organização de uma proposta de atuação. Discute a coerência entre evidências, ações e acompanhamento de resultados, permitindo articular diferentes perspectivas na construção de soluções contextualizadas e na comunicação do trabalho desenvolvido.

Salas climatizadas, laboratórios e auditório.
Palestras, workshops e visitas técnicas.
Imbuí, Salvador · Bahia.
Indicada a graduados ligados à segurança pública, ao Direito, à gestão pública, ao sistema penitenciário e à defesa social, além de áreas como Ciências Sociais, Psicologia, Serviço Social, Educação e Saúde. O público previsto inclui bacharéis e tecnólogos, conforme os critérios institucionais de ingresso.
A matrícula regular em uma pós-graduação lato sensu exige graduação concluída e atendimento aos requisitos da instituição. Se você ainda está cursando a faculdade, converse com a FBE para planejar o ingresso após a conclusão. O cadastro de interesse, por si só, não confirma matrícula nem substitui a comprovação da formação.
Não. A proposta é interdisciplinar e também contempla profissionais de gestão pública, políticas sociais, sistema penitenciário, pesquisa e áreas relacionadas à prevenção da violência. É necessário possuir graduação concluída. A adequação da sua formação e eventuais exigências adicionais são verificadas no processo de ingresso da FBE.
Comece pelo formulário “Tenho interesse” ou pelo WhatsApp desta página. Informe sua formação e a especialização desejada para receber as orientações da FBE. A efetivação da matrícula depende da conferência dos requisitos, dos documentos e das condições da turma; as etapas e eventuais critérios de seleção são informados no atendimento.
O diploma de graduação comprova a formação superior exigida para o ingresso. A secretaria da FBE confirma a relação completa de documentos pessoais e acadêmicos, os formatos aceitos e os prazos da turma. Solicite essa lista antes de encaminhar seus arquivos e verifique se há exigências específicas para o seu perfil.
A formação trabalha casos, análise de políticas públicas, diagnósticos e uso crítico de dados. As atividades aproximam fundamentos jurídicos e sociais de decisões de gestão, prevenção da violência e avaliação de resultados. O percurso culmina em um laboratório integrador voltado à segurança pública e à política criminal.
Legislação, documentos de políticas públicas, pesquisas e bases de dados são referências para as atividades. Computador e internet ajudam na consulta a indicadores e na produção dos diagnósticos. A FBE informa os recursos necessários à turma; não presuma a necessidade de comprar softwares ou assinaturas sem essa orientação.
Você amplia a capacidade de interpretar problemas de segurança de forma interdisciplinar, relacionar indicadores ao território e analisar políticas de prevenção e resposta à violência. O curso também trabalha planejamento, governança, direitos humanos e avaliação de ações públicas, com foco em diagnósticos e propostas fundamentadas.
O percurso inclui um Laboratório Integrador de Gestão Estratégica em Segurança Pública e Política Criminal, com produção aplicada. A conclusão exige o cumprimento das atividades e dos critérios de aprovação e frequência da turma. A documentação de ingresso e as demais condições acadêmicas devem estar regulares para a certificação.