Estrutura acadêmica
Salas climatizadas, laboratórios e auditório.

Aprofunde a atuação na execução penal, do cálculo de pena à garantia de direitos. Integre prática jurídica, condições de custódia e gestão das políticas penitenciárias.
A especialização articula fundamentos jurídicos e criminológicos com a análise de autos, cálculos de pena, regimes de cumprimento e procedimentos disciplinares. O percurso prepara para construir respostas fundamentadas, respeitando as competências de cada função profissional.
A formação também relaciona as condições de custódia à saúde, à educação, ao trabalho e às assistências. O estudo do orçamento público, do FUNPEN e das transferências de recursos aproxima a proteção de direitos da gestão e do financiamento das políticas penitenciárias.
Destinada prioritariamente a profissionais da advocacia, do Ministério Público e da magistratura. Também contempla integrantes da Defensoria Pública, da administração penitenciária e de equipes técnicas com diploma de graduação e interesse na execução penal. Os critérios de ingresso são definidos pela FBE.
O projeto prevê 12 meses de formação, com organização pedagógica híbrida e 30 horas mensais. A carga horária reúne 205 horas teóricas e 155 horas de atividades práticas orientadas.
O planejamento mensal contempla 12 horas presenciais, 8 horas remotas ao vivo e 10 horas de atividades orientadas. O calendário, os horários e as condições de oferta são informados pela FBE para cada turma.
Os cinco eixos formativos integram fundamentos e organização da execução penal (60 h), atuação processual e direitos executórios (140 h), direitos e condições de cumprimento da pena (80 h), controle e gestão das políticas penitenciárias (50 h) e pesquisa aplicada e integração (30 h).
Conheça as 13 disciplinas. Abra cada componente para consultar a ementa e a atividade aplicada.
Teorias e funções da pena. Limites constitucionais do poder punitivo. Princípios da execução penal e finalidades da Lei de Execução Penal. Criminologia crítica, seletividade, raça, gênero e desigualdade social. Desenvolvimento histórico do encarceramento. Regras internacionais de tratamento das pessoas privadas de liberdade. Política criminal, encarceramento e alternativas à prisão. Tensões entre segurança, cuidado e direitos. Atividade aplicada. Análise fundamentada de um problema de execução penal à luz dos princípios constitucionais, da LEP e de dados do sistema prisional.
Título executivo, trânsito em julgado e execução provisória nos limites admitidos pelo ordenamento. Guia de recolhimento e formação do processo de execução. Órgãos da execução penal e competências respectivas. Atuação do juízo, Ministério Público, defesa, administração penitenciária, conselhos e equipes técnicas. Sistemas eletrônicos, registros e fluxo de informações. Contraditório, defesa, intimações e fundamentação das decisões. Início do cumprimento e controle da situação jurídica da pessoa custodiada. Atividade aplicada. Conferência de uma guia e de autos simulados para identificar dados faltantes, competência e providências iniciais de cada sujeito processual.
Leitura do título condenatório e individualização das penas. Cálculo inicial, soma e unificação. Pena cumprida, detração e remição por trabalho, estudo e outras hipóteses legais. Frações para benefícios, marcos temporais e datas-base. Alterações supervenientes, retificação e atualização do cálculo. Atestado de pena a cumprir. Divergências entre registros judiciais e administrativos. Controle de erros e fundamentação das decisões de homologação e impugnação. Atividade aplicada. Construção e conferência de cálculos com múltiplas condenações e eventos supervenientes, seguida de manifestação fundamentada sobre divergências.
Regimes fechado, semiaberto e aberto. Requisitos e procedimento da progressão. Avaliação de elementos objetivos e subjetivos conforme a lei aplicável no tempo. Falta de estabelecimento adequado e problemas de vagas. Regressão, audiência de justificação e contraditório. Permissões de saída e saída temporária conforme a disciplina vigente. Incidentes de execução, excesso ou desvio, recursos e medidas urgentes. Direito intertemporal e fundamentação individualizada. Atividade aplicada. Estudo de caso com pedido de progressão, manifestação das partes, audiência simulada de justificação e decisão.
Execução das penas restritivas de direitos e da multa. Prestação de serviços, limitação de fim de semana e outras modalidades. Condições, fiscalização e descumprimento. Monitoração eletrônica: finalidades, deveres, falhas técnicas e respostas proporcionais. Regime aberto e prisão domiciliar. Livramento condicional. Indulto e comutação, segundo o ato normativo pertinente. Extinção da pena e providências de encerramento. Articulação com serviços comunitários e políticas para egressos. Atividade aplicada. Análise de relatórios de acompanhamento e preparação de providências para incidentes de descumprimento e pedido de extinção.
Poder disciplinar na prisão e tipicidade das faltas. Instauração, imputação, ciência, acesso aos elementos, defesa, instrução e decisão administrativa. Produção e valoração da prova; registros e cadeia de informação. Oitiva da pessoa custodiada e testemunhas. Dever de motivação, proporcionalidade e controle de irregularidades. Papel da defesa, da administração, do Ministério Público e do juízo, conforme suas competências. Reconhecimento judicial da falta grave e efeitos executórios, inclusive sobre remição, progressão e datas relevantes. Meios de impugnação. Atividade aplicada. Análise de um procedimento disciplinar simulado, com manifestações dos sujeitos competentes e exame judicial de seus efeitos na execução.
Integridade física e psíquica, dignidade e proibição de tratamento cruel. Alimentação, água, higiene, vestuário, alojamento e acessibilidade. Assistência à saúde, jurídica, material, social, religiosa e educacional. Trabalho e remição. Contato familiar, visitas e comunicação. Superlotação, classificação e separação de pessoas custodiadas. Responsabilidades institucionais, documentação de problemas e respostas proporcionais às necessidades individuais e estruturais. Atividade aplicada. Análise de um conjunto de relatos e documentos para distinguir necessidade individual, falha recorrente e problema estrutural, com indicação das providências possíveis.
Segurança prisional e dever de proteção. Revista de pessoas, objetos e ambientes; ingresso de visitantes e profissionais; movimentação, transferência, isolamento e contenção. Função dos protocolos operacionais na previsibilidade, uniformidade e controle da atuação. Competência para edição, publicidade cabível, clareza, registros e revisão. Legalidade, necessidade, proporcionalidade, não discriminação, privacidade e proteção da integridade. Distinção entre atuação regular, excesso e possível abuso de autoridade. Sistemas de informação, videomonitoramento, equipamentos de revista e inteligência artificial: finalidade, qualidade dos dados, privacidade, vieses, auditabilidade e supervisão humana. Direitos de pessoas custodiadas, familiares, visitantes e servidores. Atividade aplicada. Confronto entre regra institucional e fatos documentados em um caso, inclusive os registros produzidos por tecnologia, para identificar conformidade, lacunas e possível violação. A atividade não envolve elaborar protocolo estatal.
Saúde prisional e articulação com o SUS. Atenção psicossocial, crise e continuidade do cuidado. Medidas de segurança, processo de execução e Política Antimanicomial do Poder Judiciário. Desinstitucionalização e rede territorial. Mulheres privadas de liberdade, gestação, maternidade e vínculos. Pessoas LGBTQIA+, idosas, com deficiência e com necessidades específicas de proteção. Interseccionalidade e respostas individualizadas. Limites do uso de diagnósticos como fundamento de segregação. Atividade aplicada. Estudo de casos com elaboração de proposta de encaminhamento jurídico e articulação assistencial compatível com a função de cada participante.
Deveres de fiscalização dos órgãos da execução e instrumentos próprios de cada instituição. Acesso a informações, registros e documentos; entrevista e proteção de fontes. Prova documental, técnica e testemunhal. Tratamento de denúncias e apuração de fatos. Distinção entre violação individual, prática reiterada e falha estrutural. Medidas administrativas, processuais e coletivas; tutela de urgência e acompanhamento de resultados. Limites de competência e cooperação institucional. Atividade aplicada. Avaliação de um dossiê simulado para definir fatos demonstrados, lacunas probatórias e respostas possíveis da defesa, do Ministério Público e do juízo.
Direitos na execução penal e condições materiais de implementação. Noções de orçamento público: planejamento, PPA, LDO, LOA, créditos e execução da despesa. Identificação de ações orçamentárias e leitura de dotações, empenhos, liquidações, pagamentos e restos a pagar. Financiamento federal e estadual da política penitenciária. FUNPEN: finalidades e destinações legais. Transferências obrigatórias, especialmente repasses fundo a fundo previstos em lei, e transferências discricionárias formalizadas por convênios, contratos de repasse ou outros instrumentos cabíveis; diferenças quanto a fundamento, requisitos, planejamento, execução e controle. Plano de aplicação ou de trabalho, metas, cronograma físico e financeiro, contrapartida quando exigível, alterações, monitoramento e prestação de contas conforme a modalidade. Relação entre recursos disponibilizados, bens e serviços entregues e efeitos sobre direitos. Fontes públicas de informação, transparência e papéis da gestão, do controle interno, dos tribunais de contas e dos órgãos da execução penal. Alcance e limites da atuação judicial diante de falhas de planejamento ou execução financeira. Atividade aplicada. Leitura comparada de instrumentos orçamentários, de um repasse obrigatório fundo a fundo e de um convênio ou instrumento discricionário do FUNPEN. Para cada caso, identificar fundamento, origem e destinação do recurso, condições do repasse, plano, metas, valores previstos e executados, documentos de comprovação, pendências e entrega efetiva. Produção de quadro de acompanhamento e de perguntas técnicas para os gestores, sem presumir irregularidade a partir de saldo ou atraso isolado.
Formulação de problema de pesquisa ou intervenção em execução penal. Seleção e análise crítica de legislação, jurisprudência, bibliografia, documentos administrativos e dados públicos. Métodos de pesquisa jurídica e empírica; limites inferenciais, ética e proteção de dados. Projeto e plano de trabalho. Normas de apresentação acadêmica adotadas pela instituição. Atividade aplicada. Apresentação de problema delimitado, fontes, método, cronograma e formato previsto para o trabalho de conclusão.
Integração dos conteúdos do curso em caso longitudinal: ingresso na execução, cálculo, regimes, incidente disciplinar, acesso a direitos, financiamento de políticas, medidas urgentes e encerramento. Análise de evidências e construção de soluções fundamentadas para diferentes posições institucionais. Orientação, elaboração, apresentação e avaliação do trabalho final conforme o regulamento acadêmico. Atividade aplicada. Entrega de produto conforme regulamento institucional: artigo, estudo de caso, parecer fundamentado, proposta de fluxo de atuação, diagnóstico ou outro produto técnico-acadêmico relacionado à execução penal. A carga de orientação e avaliação integra as 20 horas previstas, sem dupla contagem.
Aulas dialogadas, leituras dirigidas, análise de legislação e jurisprudência e resolução de problemas se articulam a exercícios de cálculo de pena, exame de autos e procedimentos disciplinares e simulações de manifestações, audiências e decisões. Um caso longitudinal conecta o ingresso na execução aos incidentes, ao acesso a direitos e ao encerramento. A matriz reúne 205 horas teóricas e 155 horas de atividades práticas orientadas.
As atividades remotas orientadas têm roteiro, fontes, estimativa de duração, entrega esperada e retorno docente. A prática utiliza situações acadêmicas e simuladas, sem exercícios de inspeção de estabelecimentos nem elaboração de protocolos estatais de revista.
O curso prevê trabalho de conclusão aplicado, que pode assumir a forma de artigo, estudo de caso, parecer, diagnóstico, proposta de fluxo de atuação jurídica ou outro produto técnico-acadêmico admitido pelo regulamento. As 20 horas do laboratório integrado incluem integração, orientação, apresentação e avaliação. A conclusão exige o cumprimento das atividades e das regras acadêmicas e documentais definidas pela FBE.
A formação metodológica começa nos primeiros meses e a orientação acompanha o desenvolvimento do trabalho. O produto deve apresentar problema delimitado, objetivos, método, fontes, análise, conclusões e referências. Os critérios de avaliação, frequência e recuperação seguem o regulamento acadêmico da FBE.

Salas climatizadas, laboratórios e auditório.
Palestras, workshops e visitas técnicas.
Imbuí, Salvador · Bahia.
Destinada prioritariamente a profissionais da advocacia, do Ministério Público e da magistratura. Também contempla integrantes da Defensoria Pública, da administração penitenciária e de equipes técnicas com diploma de graduação e interesse na execução penal. Os critérios de ingresso são definidos pela FBE.
A matrícula regular em uma pós-graduação lato sensu exige graduação concluída e atendimento aos requisitos da instituição. Se você ainda está cursando a faculdade, converse com a FBE para planejar o ingresso após a conclusão. O cadastro de interesse, por si só, não confirma matrícula nem substitui a comprovação da formação.
O público prioritário é formado por profissionais da advocacia, do Ministério Público e da magistratura, mas a proposta também contempla integrantes da Defensoria Pública, da administração penitenciária e de equipes técnicas com graduação concluída. A FBE confirma a adequação da formação aos critérios de ingresso. A especialização não substitui habilitações profissionais nem amplia atribuições privativas de cada profissão.
Comece pelo formulário “Tenho interesse” ou pelo WhatsApp desta página. Informe sua formação e a especialização desejada para receber as orientações da FBE. A efetivação da matrícula depende da conferência dos requisitos, dos documentos e das condições da turma; as etapas e eventuais critérios de seleção são informados no atendimento.
O diploma de graduação comprova a formação superior exigida para o ingresso. A secretaria da FBE confirma a relação completa de documentos pessoais e acadêmicos, os formatos aceitos e os prazos da turma. Solicite essa lista antes de encaminhar seus arquivos e verifique se há exigências específicas para o seu perfil.
Aulas dialogadas, leituras dirigidas, análise de legislação e jurisprudência e resolução de problemas se articulam a exercícios de cálculo de pena, exame de autos e procedimentos disciplinares e simulações de manifestações, audiências e decisões. Um caso longitudinal conecta o ingresso na execução aos incidentes, ao acesso a direitos e ao encerramento. A matriz reúne 205 horas teóricas e 155 horas de atividades práticas orientadas.
O projeto prevê ambiente virtual, plataforma de encontros ao vivo e consulta a legislação, jurisprudência, bibliografia e documentos públicos. Computador e conexão à internet apoiam os encontros remotos, as pesquisas e as entregas. A FBE orienta os materiais e as ferramentas de cálculo necessários à turma; confirme essas orientações antes de adquirir livros, assinaturas ou softwares.
Você aprofunda a conferência de guias e cálculos, detração, remição, progressão e regressão de regime, incidentes e procedimentos disciplinares. Também desenvolve análise de condições de custódia, necessidades de proteção, saúde mental e documentos de orçamento e financiamento, incluindo o FUNPEN. As respostas estudadas devem ser fundamentadas e compatíveis com a sua função profissional.
O curso prevê trabalho de conclusão aplicado, que pode assumir a forma de artigo, estudo de caso, parecer, diagnóstico, proposta de fluxo de atuação jurídica ou outro produto técnico-acadêmico admitido pelo regulamento. As 20 horas do laboratório integrado incluem integração, orientação, apresentação e avaliação. A conclusão exige o cumprimento das atividades e das regras acadêmicas e documentais definidas pela FBE.
O projeto prevê integralização em 12 meses, com 360 horas efetivas: 205 horas teóricas e 155 horas de atividades práticas orientadas. São 13 disciplinas organizadas em cinco eixos formativos. O planejamento mensal é de 30 horas, e o calendário de cada turma será informado pela FBE.
A proposta distribui as 360 horas em 144 horas presenciais, 96 horas remotas síncronas, com encontros ao vivo, e 120 horas de atividades remotas orientadas. O planejamento mensal contempla 12 horas presenciais, 8 horas ao vivo e 10 horas orientadas. Datas, horários, plataformas e condições de oferta serão confirmados pela FBE para a turma.
As práticas acadêmicas são documentais e simuladas. Incluem análise de casos, cálculos, autos, procedimentos disciplinares e instrumentos orçamentários. O projeto não prevê exercícios de inspeção de estabelecimentos nem elaboração de protocolos estatais de revista. Protocolos existentes e relatórios podem ser analisados quanto à legalidade e à garantia de direitos.
O projeto propõe avaliação contínua por disciplina, com produto aplicado individual e atividades orientadas ou de discussão. As entregas avaliam precisão técnica, uso de evidências, fundamentação e clareza. Os critérios de notas, frequência, recuperação e participação remota serão informados no regulamento acadêmico da FBE antes do início da turma.
A FBE informa datas, horários, vagas, valores e condições de matrícula pelo formulário de interesse ou pelo WhatsApp desta página. Informe o nome da especialização e sua formação para receber as orientações da oferta.